ALPHOMEGA

AlphOMega….

 

 

Finn again wakes ins Presillig Landt

 

 

 

Para Antônio Houaiss…

um ouasis de sentidos …!

Vir optimus et magnanimus!

 

Walkinprogress – Episórdios da Urmanidade

EXTRA-ACTOS DA PRIMEVA PARTE

 

Ich muss mishe werlden wo es wahr war!

O Dao é o retorno ao Tao qual!

Ó Ortega, Eu sou eus e minhas circoinstâncias!

SUN-EMERI

Alpha
II
III
IV
V
VI
VII
VIII
IX
X
XI
Omega

Alpha

…SÊ… no princípio errat o verbo, ergo: cogito eco sum.

Próle-gomenos

Adamascados, pernambulavanús abelprazer pelas evanascentes caincidências da parisdisíaca erospção erroginal, dos sósobrantes seixos seios, regurjitados.

Mas qual! Desse pólisvailento an seio, e das polivalentes oníricas visões, tellúricas, Eilo-him, elo dos avatares ecocêntricos dos akhenatons. Io sono tu. Móis-és._ Ah, Amarna, que recôndito monofásico locus ao monocórdico atônico hino. Sai Amon, entra Aton. Ai do TuthankhAmon. Never, nfrTITE again.

Esta reispresentação ricorrente, anizquilante, nósroendo seja pela patri-arca alleânsia ou ardistotélica prépoundherança dos Ezras e das avis raras do São Scrito, ou ainda pelas ave-estas zorroastrianas, até as romanascentes hollowcáusticas hordas arquenazis. Ach que nazi! Embarah fannyagain wakes, em sua ex-terna sobeldoria, deslizando qual navis atrasvéu das cem míticas estórias a buscar cohenrentemente um Shemtido. Ou um Shaun-tido?

Ôpapai! Que paidemônio é haver, sem ti, uma paideia que me invada a insolente desmedida hybris metron adentro. Abba! Abrate!

Adão, alecrímico arOMa réviborante desde a ponta do muladhAra. Suba-me a espinal coda acima dos honorníricas escadas de um Jacó.

Eva, esvoaçantes ecos das coeurortes das ache-tipicais urdiduras. Desça-me dez decímetros abaixo do uzífero cinábrico plexus em busca da parampará de teus recentes evatares.Da pororoca erosginal um mahabharata recorrente.

Audeladécá da céutica ética donde venho? Vinde pois vir virtus vicariante, paradigmatikos. Areté em minha moura moira as reverberações dia-phainicas, heillênicas. De que vale a aztúcia sem ti? Hybris sem sofrosyne? Sele-me pelos sete lados com tua couraça imantada. Por quê não vens se aqui me tens? Que morrediço morremoto percorre ainda essas léubranças loomginquas? Que de lascivas lascas latejantes lastreiam ainda meu lustoso lactante latex? Que miasma crônico impige inda implacável as recorridas recorrências restantes? Poor quoi um etílico bachico ethos não ced’ encore à parapolínea sophia? Hélas Hellas! Sigan agora no silêncio profundo das silenciadas sibilizantes sirenes. A Ira de Hira já Hera. Epiphanein em mim sonoridades advindas ad hic ad hoc nun fluirfruir constante. Quão de mim, de ti e de tudo isthmo mói triturantes fragmentos dilacerados de uma prolatada progenitura? Show ou não sou? Vaz de conta que a seiva dos carvalhos está na sepa dos Cerquinhos. Font sêca todos os galvões voando? Sou pilar dórico da ágora já deserta, efígie oracular vagando ao léu pelo Egeu, obelisco curvo de uma faráunica taciturnidade, submerso em Rhodes. Que tônicas jônicas aporias ainda me questionam, ainda reverberam em mim um monocórdico mi de cenicas atualidades?

Seráofim dos angelicais gemidos? Adonai num Omphalico umbilicus ontico. Bem cá no centro do tiandan. AlphOMega ao longo de nosso ancestotraz seráfico sermão. Imago epifânico que em terraços de formas advém de um primordinal tzimzum. Contractio originalis. Quero, querubins em toda a divina graça. Tomas do divino a gurjeous melodia imanante do heart de um Hartmann. Politropon estin!

Emãenações dos marymotos microgósmicos de tua côncava concha. Apsara alpha, alvissareira de telúricos augúrios. Vinde, Vênus, vinde sem vir. Ide, Isis, ide sem fim. Maravilhosa medusa encantante. Divina mocréia mitigante. Embale-me em sonoríficas sounambulantes sonoridades. És tudo e não és nada, vales tudo e quase nada. Necessária metáfora extenuante. Tácita leviandade insi-odiosa, que seria do mim sem teu imbroglio? Do nosso cósmico imbroglio no intaglio, sem ti?

Mas Edwiges wieder kehr, quer em seu eterno samsArico retorno. Somos samtaana de sym-tomas semeinópticos das visuais representações logocisantes. Signos. Sentidos. Sim, Syn Thomas, sintomas somos.

Assim, por fim, no introito, eis que na Perlolândia, entre Kashi-rAj e Morrendodarius, algo embriãogado, antes ainda das semmétricas réuvelações com suas infémináveis ponderaações inpunderáveis e das taouísquicas confuciones de um Tao de Gin, cãomiava ele para o dashashvamedha, lá em varãonaassez, para o sacroofício fédico. E mantreava consigo: vá, vete, marôto marút, murmureje mornos murmúrios mordiscantes. Vinde váyu, velejeiro veloz, sopra-me vida antes que me vá de vez, baforeje-me a nausika vagabunda, dê-me a outra, a variante eterna. Vete, a ver! Shri Ganeshaya Namah!

II

Paztrávamos assim pelos vindos da insultânica mecauntil era, passada a à bas sida deskalificação por um altaico alltávico gangscão, quando já desbrochavam as primevas ereções precatapultalísticas ante a shilvalização das índias.

Minerva sentir as haroumáticas especialárias distantes de meu mercantil canto ao cabo de uma má esperança. Hei de comtourná-lo paralémquém da shrilanka Taprobana. Minerva sobretudo os uthmãonicômicos pedágios. Ancestral fazinícia exploração por mares nunca dantes… agora a um pulo de nostra mão.

Ouropratapérolamadeiramarfim

incensoherbastecidosenfim

invada-me palácios bolsos vaidades

encha-me balsas bolsas irmandades.

Agoura sim, encanto d’outro lado do Atlântico Cruztôvo Comlurbe indiagava se arrota é o rum certo, Basco da Fama, entesipadamente encustado nos aparapeitos dos arqueIvos lisbonetas, acariciava nau mente a beleza da costa: Pois ponham! Que curvas, que entranhas! E quanto prazer dá-me, espada em punho, velejar com o lingam de fora, a sentir amarezia maríntima. Parto do meu caismurro porto para mères nunca dantes a buscar a minha incoeurrigível luzitanta souldade. Malvegar é presinto.

Qualmaria entrecortada pelos agudos gritos esvoaçantes: parto à vista. Aqui Cecy. Silvínculos umbilicais de um fado fato, perypatético. Ali Pery. Tais tangas, tais mangas, e as miçangas. Uma terra, uma cruz e a espada. Um olhar, um desejo, e a cobiça. Entreme-me terra adentro, saia-me palo rosso afora. Sou porto passivo olhar indolente, sou espada de fora in nomine dei. Novo mundo mercãotilista das cruzquistas. Eisterno ritorno de oitavas.

Poucantes Boabdil, em sua kalificação de heirdeiro do vailento Al-Zaghal, lançara um melãocólico olhar sobre a Medina. Ainda antes da aurora penistrara na sala dos Abencerrages, apreciara as crowtescas patas no pátio dos Leões e irrompera na Sala das Irmãs para apreciar o Generalife, donde alter nava um olhar, projectando-se ora sobre um imaginário puertom, ora bem mais longe, para além Jebel Tárik, donde séculos antes seus entepassados eufodicamente haveriam de vir à conquista da morrebunda gotejante desordem vizigota. Vichi, gótica! O remordimento, formado a partir dos prezeptores, percorria-lhe nós-tal-agiamente os mais elosquentes episórdidos que ainda subterroneavam-lhe a irmãgemação. O céu, agoura limpo de Ummar de estrelas, sóislicitava à perscrutaação; a recruzquista batia comtudo à porta. Granada já era. “Fincaremos por cá, a arrab iscar nossos arabiscos? Ah! Rab! Arrabná! Que Kalifrios! Já entrevejo Torquemadas e Cisneros.

No Algharb, os aráuticos alvitravam já longe o auscultar das algaravias da sonolenta Silves, a fabricar suas rolhas para as botelhas portucólicas em sua pazchorrenta retomada dos favônios fátuos fados. Dali também saliu Salim, sósobrando apenas sobrados almodorrentos e castelos escombrados a murmudejar circuncispectos, os vozcallburlários almacenados na portugálica almiscarada orilla, a espreitar atrasvéu dos muxarabis os passavantes anunciantes augustos augúrios, cara aos caios das casas, remordiscando remordidas consciências revertizadas.

Passadas as pizarras pizadas dos Franciscos, Incoando humanos sacrumfícios, atahauacaiados por um Cortés convite, Juanitos e Joanetes sentiriam em suas mancadas os colaterais efeitos caloniais. Scavengers escavando auríferas crueldades dos oildourados. Greed, grid das partida, evatares de nossa pazvoroça cobiça. Correcórrego das almas despejadas, esvaímo-nos todos pela mesma vala, escoadouro reluzente de nossos cintilantes aurifícios. Meingold, deingold, Rheingold. MefistOfélica metáfora de nossas cleptopátricas ambições.

III

Lá em cima Fan, Fyfan, Fasolt, Fantártico! No princípio do fim do Fin, igen, na Fimlândia do Carnevale. Oh! Suórmen da sauna, quão sibeliúnicos sóis entre os rydbergs- enfronhados pelos armourosos seios da outrora cartesiana Christina Bettercoeur -, e os ryssburgos. Karin da Karélia, peergynte ao Grieg que Knot os Hans Sunt e em que nevascas Amundsem buscava ruminessências de uma módica nórdica mortalgia. Hirsuta hibernante hirteza, estoucolmo diante de seu frígido fremir face a minha sousiológica com ciência.

Maisabaixo na Presillig Aprazilia da fantasilha central, a agitorção enócional da indiosyncrática prépuncherança do nódestino, lá na enseada da expõenada dos miniestéreis, oxenteava ainda os ruimores de um arquehorlógico und paxdérmico austral gélido do atavismo, enquanto a larbuta dos ascensores especiais póseguia no sobe e desce inté-minável dos eternos Jósoueus mon telos. Óscios do ofício! Que recôndito reduto recológico! Nie és maya? Que onero$a cartellarista idéia, uma verdadeira colmédia no expaço pasmaltino. Da Academia dos reisnascidos à Camisaria dos Esquecidos chegamos Acádêminha dos Innóestais. É dando que se recebe a vã vanil óstia da imortalidade. Litternatura. Virtus, quê virtus? Eco do eco do eco daquilo que quase foi. Que mãenomental cariocatura de dezvaneios. Amarrem-se às correias nos lagos, tropicálicos maremotos. Ética à deriva, esperteza à vista. Eu, eu, retumbante eu. Sou, sou, réutombante sou. Ego, ergo eco. Somostoldosrisos. Pai d’égua? Pai delga? Paidéia.

Desde os tempos do tomba frio, quando éramos, ainda que nos sonhos algo, antes de cantarolarmos a tropical identidade num devaneio moidernizante, do Tejuco ao Jacaréjoá, antes mesmo da velha guarda e seus calambicos se apoderarem das mídias – já que os carrascoazuis medem-se! Poor Eça época Cós-singer já alinhavava o traje do molde global. Jazz em frente Brasil.

Destépoca data tãobém, dentr’outrostantos, um vulgus al-gaybéria narcisus -oh Glauber ich glaube dich !- enrustido em seu ripócrita souriso, embarah sem o devido éterânimus dos alf layla wa layla… också… dos kamásicos bagácicos cítricos… haveria de expelir adiante loomginquos réuflexos de uma relez literária tentativa, sulforítica, sonorífica, surfística… showdomítica. Senão enjoyse, então rijoyce inyourself!

Ai que saudade da bolsa nova, agora que não a tenho e estou prêt-à-porter-me, procurando nos infinitos desertos cult-urais um houaissis de sentidos. Onde hei de encontrar o ouvido que fareje a compreensão que exala das visões de minhas panengrenagens horscultistas? Alma generosa em mercurial embalagem. Rajulunkarimuafádil! Brimus inter bares.

Dê volta agora ao mórmento précrássico, antes dos an seios de poder cleoptomaníacos do Parco Antonio, antes das soucratikas epiculiaridades que fozjavam um atêmico olhar oxidental, mas já passados os farámúmicos embalsamentos carregados com ouro coca e tabaco lá do Titicaca, Remulo e Romus, em meio ao nascedouro palatino do lascivo latio entresimeiavam oralculares Hermesnêuticas leituras das esvoaçantes aves em meio a espoucantes lupinas latínicas litanidades, qual Abel, que assim Caiu. Assim sina do ato primo ordinal. Fratria sida inaugural. Ah quantos em cesto óssos haveria, quantas inseixoshóstes seriam. Que dilúvio de sangue, que mar de carcassas, quanta pompa, quanta banca, quanta lança. Ego eco sum! Que colossal coliseum conosco daquelas gotas do colostro original.

É ou Noé veldade que os ashokhes, qual AtlAntes, sóstentavam na diluvial mesmória a shaga da Urmanidade, de Uruk a Uru, de Assur a Nipur? É ou Noé vildade que do titânic submerso solo da Atlantida, lá, lá nos Andes, antes dos oscaritos e otelos, ou dos divaneios insextuosos de Shu e Tefnut, ou do mnemônico re-membering de Osiris por Isis, ecostrais leakamentos de chábedoria salpingaram nas futuras areias sul do Eisgrito préfarolúnico, na avecínia abecínia do sahara? Há ou noah verdade noufato que do cume do ararat ao estreito de Bellring excretos fraquemintos transmentiram-se de ouvido a ouvido em Tiahuanaco até alcançarem os ombros platônicos?

Que Horus são? Noon ou Nun! Nein, nine! Pordeus, Porfírio! Echo lo qua. Ecolo quaentia do Hermes mercurial, psychagogos. Caducou teu caduceu? Enneades me mordam se os archaicos acheus não vieram do Lascio! Pela enésima vez um eneagramático neue! Aqui são nove.

Atonshutefnutsebnutosirisirissethnephtys.

Imagem impactante de tamanha talmoodica enveugordura, ridente, recall-ida, enRusstida… Anna An nah…onde estás? Minha mnemosynes olfativa relembra-me os fluidos viscosos, as senza aciones de nossos nobres novelos.. Anna … Anna sussurro-te embrenhando-te ouvidos minhas euforias adentro. Que de súplicas, invocações, imprecações não fiz sobre teu ora tumular corpo.

Inféstigando a árvore jenycológica eis que um lexendário musharabi Uzurpanipou da trazdicção Sunmérica o seu envyntório etílico: óleo por olho, dente por ente. Face a pazciência dos melkadores que perdulavam entre a Karnárkica e a Babeldórica antiequidades, em nome de um Luxusrioso Fará Único Amen, e para o infortúnio d’estarte e d’ishtarte, dezcubrimos um dos véulados mandamintos, sagraalizado via crucis num cálice aos deuses do eulimpo. Eh! Io vado! Eh! Tetragrammaton! Eh! Yod He Vau He!

IV

Hier, hier ó fonte soprai-me a fronte, dêvolta, ricorsamente ricorrentes as elísias riverberrações dizconexadas, apenas soprai, soprai os décuplos dezvaneios de um etéreo etílico ketherico espirito.

Cabal, cabalisticamente cabal cavalgada de réuflexos de uma sefira a outra, heya, heya! Mercuriais raios me partam se não crer! Desço pela cooluna sinistra, severa geburah. Virgos Geboren! Heya, heya Hod. Azsendo naprava da sensibilidade à sabedoria, compaixão entrementes. Heya, heya, Hesed. Yeah, yeah, yesod, dai-me forças no trinta e dois. Se mal ouço, mal vejo, mal kuth! Misere, misere, miserecórdia!

Sfr. A sphaira da sephira circulando os antagônicos atributos. Hay tributos, não vem sem empeno, sem esfórceps não vêm. A na ponta sup. O na ponta inf. Hexa grammaton. Sê-lo, fechei por todos os lados. Tal qual imã. Tal ismã. Assim Assiah.

ketherhukhmatbinahhesedgeburahtepherethnetzrahesedyesodmalkuth.

Aqui são em dez, não inove. São dez, não’ouze.

V

Jaznero 13, na ascética e húngrica Buda, ante Peste, os turcúlgricos e magypsiares trasladavam através das esteiras das espessas estepes, para cá de Maracanda, nos dorsos e equinos ventres, o hípico épico da feherlofia altaica, ao sons dos já então ocos ecos de uma protosumeruraltaica lingua. Após o cúlapso de Átila nas estepes, os tataratibuns dos tátaros ensiensiersedores retumbaram antes de os mongóis lançarem os maggyores nas sajoetas águas de um rio e pouco depois do tá tá tá tá ensurdecedor das Batokadas mãogoélicas sobre Kiev. Alexander! Nie és Vik, foste viking. És tieper rus! Provoslavie. Slava bogu! Os tito-be-antes bozhnios em suas massturbações kossovais tentavam agora dizimar os albannexos numa patris-óptica fúria de Himmellerscas proporções. Os soldosdados, soupostumamente cobertos de ração em suas bellycas envestidas, camuflagelavam-se com as ideolouquicas taciturnidades de uma repetente ruimanidade. A origem halbsburger tinha um titobeamter Sabor croata. Os slobodans perdidos nos emaranhados da exlóvica paneslavenia, apertando as gargantas com suas croácias bravatas, gargarejavam glagolíticas glosses diante do sarcófogo de Jelena e excomungavam os kossoturcos com terríveis petardos a Lazar. Mas que praga, por quê os eslovenos não recebem a bel grado os czheques da eslováquia? Ki sova! Slava bogu? Na shto? Slova Nato! Kiss Fred, Kiss Ginger… EastTimor!  Tutto is Timor? Obaminável!  Não, não! Tudor is Teammore!

Non sequitur.

VI

O que Farias sem os Heil-deggerianos showcráticos banquetes untosamente ônticos? Pós catharsis, réucuperando da apóscalipsica catástrofe, os deustônicos orientais, acometidos por um Stasi vigente, se esfolavam por réussarcir as sobraviventes almas de seus sórdidos bellycos banquetes. Dói tchê ou não dói tchê as ssquelas das bombástikas cervejadas? Dói tchê ou não dói tchê quando as murchantes marchantes cadentes fanfarras acodam diante do cruzpúsculo? Pan-tão-cruélicos Hassnamusses! Haim na mussen! Massturbatório arroubo vicinal, ab ismo cármico, katatônico, catatímico. An seio de puro alvossareiro laticínico látice. Hell, hel, heil. Heiligloss? Hellinglose. Siegfreddo. Siegfrito. Siegfool. LinHagen de quem? Liv a life dos Leifs e não os efeitos de um Lebensruhm rumo a um ahpôcalíptico Lebensraus! Se Persifall, com quem então cAmfortas nas grutas do Graal?

Mas nos dêcertos das arábias, por força de um insólstentável calouro mormádico, fluía um fluente fluxo fleumático, do corrediço córrego oásico. Fluía em meio a arenosa terra, pedras e raízes envolvidas, procurando gargantas ressecadas. Fluía ininterrupto ao infinito, qual fio, qual meada, qual eco do vazio. Noite, areia, palmas, murmúrios: estrelas e um muezin distante.

Antes, muito antes que Saddat recitasse

Bliss me Larry, ao new world, ao new deal!

Paz, na Pazlestina? Buscharon todos?

A Ottomanica Alleânsia dos jovens turcos com os velhos teutúnicos, quando o atta-vico DesAtta Turco atrasvéusava o bósforo com um bocejante ottomanicômico olhar à procura da outra via altaica, agora sem os stops das estepes, sem os sopapos dos cossacos.

Eununco vi os authentis efendis do serralho roçando as macias carnes aprovisionadas pelos sultânicos desejos absinticos absorbendo absortos os seixos seios semenciais. Tão pouco vi nas alcovas amourelhadas do Top Capo, a penixtração dos pueris bagos. Com tudo vi a exlaminação do desejo atrasvéu do basculante cláustrico vácuo. Mais adiante, rodopiando dezvintemilviches fui acometido por um sopapostop no meu ululante insanu petit moi. Uai uai uai, ho ho ho.! Hi hi, Hai, Haiastan, soulfocada pelo céudjuco. Hi! Hai, Haiastan! A mim Amén Arrmênia.

VII

Pronto, lá está! Que minúsculo braneta, roto, rotoativamente rotante. E quanta impúfia. E os frutos da Shivalização? Ah colt-ura, cooltura… toda vez que te nomeiam meto a mão no meu gulag. E talvez nem detrito sobre… Ave, aveganistão! Shitvosnonnobis merdificatis apis. Trogoautoegocratas lermuriais, lunipnotizados. Réuva, relva. Vad skönt! Idílio, Augúrios. Presságios fractais. Quasar trepidantes. Pas sage. Alternância. Qual! Uma rajada, um tremor, um estrondo. Bang. Tempestade, desassossego. Ah! que languidez, que languidez tão yin, tão thin. Que dor aguda, não-finda… Do vasto vácuo, hinaugural, yinsondável, com Yoni a expelir das entranhas encaracoladas lascivas labaredas de um Inezpugnável desejo. Déjeuner sur l’herbe ao som das sestas dos Beetaufens. Ah que seios, que sonços seixos sóssobrantes. Cosi fan fútil. Do rabo primordial, um toco, pleno de energia cósmica. Muladhara. Kunda alinha. Visto isto, das shunyatáticas digressões suabhavizantes dos baudistas meiadhicaras, extraindo do vácuo para preencher o vazio dos baldel’aires, depreendia-se um nirvânico cômico absurdico all away along até o new muddle of younieverso por um ostinato ourspensky. Fractal polimurti de um speculare ou a dialex nergativa sem adorno no tetralema de um Negarjuna? Ta meta physika, ta meta logica, reductio ad absurdum.

Kantsdasdingansichisteinederlächelistdingederwelt.

DvesatyesamupashtitahbuddhanAnvivedanamlokasamvRrttisatyeshcasatyecaparamatah.

STOP!!

VIII

Saído da acidental saia lusitana, por mores já nun cadentes e navegados, Ferrando Persona pécorria as aparessências efemmeritas, rumo a uma ramorosa rota de heterânimos, aportando ora nas portugueixas conchas da costa, ora entre as portugrossas curvas das coxas, onde abrigava sua janúsica gemialidade. Polivailentos moisaicais evatares imbricados numa poética tecitura. Ali esther já viu, e o panorínico pan entreviu. Creio lá, mas não cá. Esquarteje-te a alma em mil significâncias semiópticas, inda qu’ in vino vero estivesses, não mais estás!.

Silves sonolentas silves. Que sopros, bucólicos, bafejantes empurras à infinita amplidão marintima, tão ampla, tão estranhamente íntima. Nau náufraga à deriva em meu mar revolto. Singre-me o coração dissoluto ao longo das impossíveis aquosas rotas, do aquémtejo ao tijuco, do mar morto ao orianoco, de volta, sempre recorrentemente de volta aos córregos serenos da quimera infância, quando eras o que não eras sem haver sido o que terias sido, para então puersonyficares n’adoulerssência um séjour ausente, ó entófico pueritônico. Noi fidelli d’amore, louvamotentão pelas sombras dos ecos das preenchidas ausências osirizantes, pintando o seth para manter nas ankhas o símbolo de tua imortalidade… ou estás também schon Thoth?

Inda show só souteriológico som. Ecoantes de minhas vibrações sonoríficas. Que vãos ventos ainda elísios empurram-me a psiche sonolenta rumo ao mistério eiscátoulógico final? Que idas platônicas e vindas plotínicas fazem de mim um vai-vém philossofal? Ech ty eidos! Was wäre sem ti? Dá-me a escada, quero descer ao que de mim sobrou, quero subir ao que de ti restou. Estoulátoucá como nunca estive. Quem Esteves? O dócil sem metrazphysis da Tallbacaria? Que insonso desalinado sou. Onde o dulce dolsél a me proteger do externo de mim, amargo, amaríssimo salbor. Quem do mim restou naquilo que nunca houve? Que extroika estoica trindade emergiu nas masmorras das monosteriais dualidades? Que gracejo trínico trinou a platônica tria trichei psychis nos modi-ovais ouvidos? Pai, filho e o espiritus! Ora pombas! Ora à pomba!

Encanto beautificado aguardo, despejaz-me a divina graxa sobre meu inchovalhado espírito esperancista, inchado de augustinicas spearlanças. Ai, ai de mim que não sou, esperando Godot. Que réuinvalida alma tenho a meio caminho de minhas aporias. Ah! porias se tivesses o que por. Eu, que de eudemonias vasculhavam-me os átrios, amphiteatros e catacumbas de minhas sonolentas masmorras arquetipais!

IX

Ascoltame por Om atman atmo de instante. Dêvolta agora à broa de milho eCercanias, numa recorrência do abanhéhem infernal, semidespertos das masmorras do amodorrado tropical onirismo, abasbacantes ultrameirinhos procuravam seminús seus jenipapos, ali diante dos passanitos passantes pelo passeio e dos patrigálicos passos paesturqueses, nas adjacências da Ajuda do Convento, próximos às águas do Boqueirão. Caramba, encastelados lá em cima no primevo morro, orvalhavam endólentos olhares àquela alvissareira algaravia. Agouro fomos, agora somos, aqui seremos. Jó suis, Je le suis, Lui en moi suit à la suite de la mère engloutie.

Tô cá nos abalexé dos caxambús, num concerto de zabumbas e puitas, os estalidos vocábulos de uma africana vaga lingua bunda: lñk, ñhklc, lñq, makeba. Dos bakekes das abaxás em transe pelos açorianos balaios rezando os erequês.

Após o labirintolongo pécorso : um abismo, um salto, um escuro. Uma queda, um galho, um recurso. Fiquei por um tio. A Queda! Epithumia epiphanica.

De vão em vão a caninha me encheu o vácuo. Elixir dos magos; alecrim dos bagos. Salva a alma pela saliva. Ágora circular, bancos rectusangulares sustentando abundantes bundas em lazer. Matutosnais passeios recorrentes até que os cães de Pavlov ladrem no Exército da Salivação

As pregnâncias catódicas nos cemtimentos do castrolicismo, bule versadas pelas per-si-nstancias de um baptístico arre! pendez-vous, causou um pentecóstico remorso repentido que se reexpandiria por toda peridérmica periferia da cruztandade.

Qual! Este aqui é um real vák in prókris com seu vocalburlário cá rio ôco e as proléxicas eisquisoufrênicas istrîyônicas missivas do genussalvo correio, urdindo insicessantes trocas de shemchatos sentidos e uma tersa teia de cadilhos. Much aldo about nothing… polisemiar as petiscolaridades dos trocad’alhos em meio a paranomásicas indigestas apundantes tiradas!

Em suas mediovais buticas os archemistas, seguindo a fábula da esmeralma, seja por vida seca ou úmida, incubavam-se por 16 meses numa petrificada espera filosofal. E então, d’um orvalho de maio colhido, a salamandra evocada, d’uma gota, d’um átmico suspiro, a paraexcelsa quizmera anunciada. Não deixem que a fama lhes desça à cabeça, lá embaixo em meio às soturnas alcovas das práguicas ruelas. Lá em cima espreitam os Cisneros, lá em baixo cismadas empragadas. Abáster, abáster! À bas te! ‘Abbas Toufiq do efemérido e ensiclownpédico potpourri do blábláblávatski espirritual em Teuflis – Achtchin! Achtung! Sarmoung! Nó entranto, após o semencial alimento maizdeista, cultivado em solo maisopotâmico sob o khalqanhar souméritobabilônico, com a devida aisórica traimissão, ainda antes do boom do Bon tibetano, précrossnizava-se um dó-ré-mi-solfismo naqshbandi, para cá e para lá de Samarra.

X

O archepsychipatikos, paradigmatikos Eulexandros Mogno, muito antes dos foznícios praticarem um beiruta tyr ao alvo, tentou abater, paneroicamente, aos troncos nos tamancos, rumo às suas eurazzias incursões, os montanhosos servos-do-líbano, lá, lá no Lábano.

Ide Entidade, overigue lá de cima em Hekron o que foi do Baal Zebub das moscas feito. Baal, Baab… Bab… a porta… abre-te Sísifo! Athenas quer reentrar com sua helênica aristoceltica artimanha, expandindo sua Egeumonia.

Que mediterrenica bela dupla penisular. Hélas de lá. Rêmulos de cá. Que infinita repetência de absortos absurdos. Que progenitura de progenitores. Que phalanxes de maistrizes. Um tal de César, põe exemplo, antes de atravessar o rabecão, caespturara a eterna arquetipal proscrituta em meio wolfcânicas eropções saturnalescas, a expelir labiarescos surdos sussurros das suas bordas auriculares, ejazzculando chorosos chuviscos sincopados que arreganhavam-lhe a voluptuosa bucejante vulva, sôfrega, sofrida de vorazes espamos. Qual concha, qual teia, qual porto onde marujos morcegantes despejam suas almas. Ordurnária! Horsdealnária! Santa, puerificada santa. Ah, que suruba ontogênica! Men nager à trois! Sonhos de uma noite de serão? Tal mood absolveu-me nos extratejos da vida. Perspicere cum dignitatis. A Coplândia um som útero ao agradável, tristão, entoei um applesolutamente abshowluto solfejo:

Soturna, saturnal alma, witch melanoscólico astro teu óssio humor forjou? Que telurica negra bilis teu espírito amalgamou. Chronos megadidaskalos. Uranophagos. Hélàs dos helênicos herois. Hélàs Helas. Por que só cumbiu? O que só sobrou?

As intrigantes jogadas de Ricardo III e de Timur o Longo, antes de trocar reinos por cavalos ressoavencore de ouvido a ouvido, do Tâmisa à Saimancando. Juan mal sabia de la Cosa ao bocejar seu mapamundi, antes que Diogo soltasse seu Cão n’Ocampo de Sebastião. A topcápica carta de um Piri Reis botou tudo cabeça abaixo, sem sabermos se o Homem que viria era Lopo ou Diogo, se a estampa do Judoca Hondius tornar-se-ía Blaeus, ou se os caestografistas portulanos já haviam “traçado” as linhas desnudas das costas tropicais. Kioto do Couto e João das Becas, nas ondas de Fernão de Vagalhães, antecipavam as cascatas épicas de Firmando Mentes Minto e suas fabuloucas panegreenações, dando a receita do pastel: gemas dóvo e mãtejguuna muyto bê souada. Êtã fareis has formas dos pasteeis e mõdalaeis …

O cantarolar das magdalenas da Irlanda suplicavam um work in próself enquanto os anglocônicos esgueiravam-se no museyroom das joyceânicas águas das neoplatonicidades. Eu perquiria sobre as idiosincrawleicas peticuliaridades -ergativas? -egoativas? -eucativas? – sinntóxicas de um certo basco, talvez por força de sua africativa ascendência kibunda, enquanto a virginiana rampa da costa aflorava-me o lingam afora. Quem? Nenquem! Qui ça? Quiçá uma putativa gósmica véudade.

Sem resolver sete das seis partidas de um mondo, embora nihil obstat as prológicas retóricas, a porta não se abriria nem mesmer com as 12 claves de Valentim.

Que fattwal oriental aroma um sheikaspirino salmão enrushdido adquire se pescado em águas nórdicas e embalado aos sons de disso antes trombetas angelicais! Do paisquistão ao azebranistan direto para o kafiristestão!

Sextupros solecismos:

1) É ou não é mole os estragos causados dentro das númenclausuras? Arrete tua areté no tear dos cacoetes kakótes. Das magnanimidades excelsicas. Areté das aristocráticas virtudes.

2) Os abombármináveis bombardeios sobre um esvaziado Monte estéril que se tornou roleta em Cassino.

3) Uma fornada de aziáticos pãonicos descendo a garganta caucasiana abaixo, pescando os polvos da eurasia.

4) Nas wotânicas erupções da Islândia, um mergulho nas águas quentes das geleiras com os prenúncios de um vindouro Ragnarök.

5) A máquina humana d’andreas versatius à época em que as euloucubrações de um theofraco bombástico aparacoelus sopravam as trompas do Falópio como não acontecia desde os inaugurais ecos de Imhotep, de hammurapis e do juraminto hipocrático, dizsecando no átrio do amfiteatro um corpo de astroso destino cuj’alma já fora despejada no pulgatório.

6) Abastardos empórios funilceiros armazenados Soros dos Sams. Samsara!

XI

PULGATÓRIO

Visto de uma galóchica nave interpunetária, Karnak, as moscas penadas tricerebrais eram como pulgas saltitantes. Spiritus sanctus, reincarnei em Haimsterdam. Ruh, Ruh! Baruh às espiñosas eurekubrações face às shibboléticas onticas senhas. Livre-se lívido do livre arbutre, ensimesmadamente punderando: sim, sim, eusou-eusou, sim, sim, não-sou-não-sou, sim, sim, sou-e-não-sou, xin, xin, mei you guan xin. Tetralemnicas quadras de uma inféminável quadrilátera aporia. Reductio ad avesurdum! Salú fuadi que sérios sirios tremores meu coração tem… que sérios soros soluços, de berytos a bangú, chagas saturniais rolldopiam-me a cabeça arrebescas teias fissurofais.

Basho! Páshu! Haicairá teu telúrico planotário corpo como animal do saqueofício. Bueno, I Lex sei mas o paspalhão não sabe. Apenas o kesdjan, havendo, sobreviverá solene na sobrevida. Sou zen, zazen, tudo bem. Mancha, sombra, vazio. Murmuro, gotas, silêncio. “Eu”, a água e a lua. Somos! O quê somos? Agregados concertados – prá ti tia! Pratitya samutpada no SamSara eterno das recorrências monádicas. Conserto convergente dos coadjuvantes no cômico incômodo estupefacto upsurdo.

Nirodhah! Obstructstop o entrópico tropos, dispersante. Vai-vém. Cittavritti que gera a dor do esquecimento onirizante. Enxugo-me precário na passagem de tom no mi de mim. Algo de mim no mi. Stop. Réucolho-me na mimríade de cacos, tacos, espelhados no óctuplo vitral interior em meio aos kámicos kármicos inmagisnários. Lembro-me de mim? Que maríntimo de sensações diluidas, vasanas, vestígios e fragrâncias rasas (sic) do tudo e do todo, se opõem tenazes ao meus eternos externos imperativos.

Que dó de mim… ré-membering em mi a retrôexpectativa. Il tempo fugit in fa, rumo ao sól do soleil, lá, lá no absomluto: Além-brança de si! Ouvidome de mim herauscultandome de novo no esquecimento. Ai de mim, saia de mim o outro que não me pertence. Ave principium individuationis. Omundosóéreal quando eu soul!

Jaznero 13. 1759. Umá kalidóiscórpica visão do tenro tejo eclipsado. Horror vetusto horror no palco do patife patíbulo. Ora pombas, dove emana o sacrofício fétido, que agourenta famigerada sede de vingança a exalar por toda inréuversível torpe eternidade? Pour qua me sinto lá? Pour qui sonambulescos atávicos resíduos cámicos em meus arcotipais tambores trepidam-me a torpe túnica que me alcança os pés de um tamanho tranco, desde antes inda, no terramoto no dia dos santos todos em 55. Quantos prédios torres fui, escombrados? Enxofre varra.

Apaiziguando os tormentos de um rosário de emãenações, percebi minha vida um livro aberto, a ser fechado na próxima reencadernação. Incubado incunábulo, pontusais me fisguem se chegar ao prelo. Reclamo das paracelsas assignaturas de mim. Puer aeternis novinho in fólio, edição princeps. Percaminhos de margens largas, recuso-me à époxé do traslado. Mancha tiposgráfica de meu infinito in plano. “Soubeeaterrado”, então,- ainda dos lábios pingantes as parcas gotas do préocioso lacto, sonoleitemente embalado pela materna armadura-, em meio a psicoparalíticos tremores, que: Ich mishe werlden wo es Wahr war. Pais na terra aos homens de boa voltagem!

Dó de cafônico Tristão d’então, violador d’amores. No empelicado nascedouro da astral conjunção que mistério, que vulverário cósmico enigma, que abismal absurdo absconso! Mihi perfectibilitatis est entre as agraciadas agostinadas visões e as vol-untariosas pelágicas volúpias prolongadas no adormecido dormente sono medieval. Rei, sou rei, reinasça em mim o vaidoso bom senso do sou na amuleta recorrente do crásssicismo. Renasça na mente a pujância da incongruência ôntica, o orgulho efêmero do olhar, sem o fingir mental do ver. O enebriante obscuro engodante anulios cede à intrepidez indômita da marciana marcha ao soleil absolut.

Ritorno ao souriso de mim guiado por meu keóptico nariz num ricorso rinascentista. Que vol úpia de instigantes instintos, revigorante reverberação de latentes seculorum atordoantes, flawgélidos, espirrituais, teológicos tournamentos. Teleologlissantes. Teoanalgisantes. Anthropos! Anthropos again. Wei! wei! Wake up! Leo veni e vinci pelo sudorente sudário de teu humano fronte. Agora sou, inda que incoolgruente, inda que incomecedente. Sou para aquém das metafásicas! Sou todo em pé empírico. Metron de mim.

Georgeous Bruno cuj’alma orbita noutro mundo, onde a chama da inquisição não te devorou. Go, go nas golácteas vias dos desincandescentes negros buracos soumindouros. Golem, vejotedecá por um teskooano terráqueo telescópio na tua ponta de lá do expaço seederall. Consider all expasso num knotshoe. Mete o rito Kataestrofe da alvorada panetária vida numa imensa poética imagem. Mas que príncipe princípio de principesca inteligência nos dotou para tais cósmicos cômicos interlúdios, da larva telúrica escapados? De pathos em pathos um telepathos interespacial. Cai, cai balão, aqui Adão. Desde a queda per ambulo esbaforido pelos semiópticos semióticos sentidos, numa contínua explosão de eidéticas aporias. Morro nos intervalos por sincopadas alternâncias dos plenos e vazios, esvaneço-me pelos meandros da profusa teia taciturna, soergo-me nas idéias no falso otimismo do eterno resgate de ti, amor universal a mil facetas, sempre longinquamente próximo, sempre possivelmente impossível. Ai de mim sem ti, eu que quando te toco te perco e quando me tocas me esguio. Ectasis, êxtase de mim numa sinncopada tarantela que me sacode a mediterrônea alma num galeão afundado no estreito de Messina. Qual finícius revém ainda adreáticos sonhos em minha maledetta alma naufragrante? Vê! Shame-me Shaun, tel Kells de um gorjitando cogito. Xamânico chão sob mim, malkuth.

Altereco, sour seu amrta anitya amigo. De ti em mim sósobroeu. Braudeís expliquem-me essas anterioridades. Ovéns da enxárcia, velas e guardins, brandais, cordames, arvorodes, mastros me circundam e eu sou esses destroços e eles são meus eus, flutuando juntos, entremeados ao léu, relembrantes do que na nau fomos. Ali vagamos errantes salinos no mar imenso, a mercê das correntes, aqui, recorrentes, regressamos ao ventre do que nada fomos. Derrame em Wien as gotas d’um cálice de Wein numa montanha de lágrimas de um Weinen in Berg.

XII

UNTOLOGIAS METAFÁSICAS

Om, om, ôntico Om! Hum eterno Um! Untosamente omfático, omfálico ômphalos. Ens, ens, idêntico ens! Untologicamente enfático ente. Ser, sou sem. Sendo, sou zendo. Do cósmicômico plasma ontogênico, embailado dansante pelas vibrações sonoras primohorsdinnárias, apenas um absimlutamente absorbente princípio. Um tal de Tao. Um tao de Om. E um tal de ente, alquebrado, face a tontos depalpebrados empécílios. Puts! Pudgala de novo. NagArjuna arrancará teu ahamkAra!

Desnudelando constelações tramatizadas nos desbotamintos das colorações fulcradas, um cãodemônio de impregnações. Vastos impérios de remotivos rancorosos ressentimentos. Vasanas samskáricas de impressões. Shúnia! Shúnia! Shuniatá! Násti! Násti! Tão impossívelmente násti!

Sat chit aananda. Aqui são três, eterno triangular trio de três.

Holzweg. Unticamente plasmado na untosa unguenta urdidura de idéias na fazlasciosa mente.

Ah, a mente, a mente?

A mente vaga, vagabunda mente.

…na mentira da mente.

-Vaga na mente vagamente a vaga em mente.

-Nada na mente um fidalgo da mente.

-Não mente na mente a não-mente da mente.

-Olhe vivamente o vácuo na mente.

-…francamente o vazio na mente.

{Horror vacui}

-Voa na mente o ente da mente, vãmente, vacantemente

mugindo seus efeitos cowlaterais.

-Vâk ante. Wrackante. Com.vRt.ante.

-Logos vir hemos!

-Mind wanders. Mein, anderes?

-Psiu!

Passados os episórdidos da desfioladeirica histri-yônica história, pazemos à litter-ária declamação. Uau, uau, uau! Caniculares cunincunlingos gemidos. Não com os sonofílicos sons das sadsongs do insanu petit moi, nemquem com os rôrômantricos showrinhos de uma mãedrogada lua das cariloucas noites. Bisbisolhando os nós de uma urdidura, diznódula-se mineiramente um ponto. Fios de prata tecendo taciturnas teias, tetas úmidas embebedando almas iron-nicas, ri-secadas. Orfeu! Oh fel. Por aí não!

Ressumando: de pingo em bindu o campo enche o vácuo. Poupa-se do ejaculatório jorro em jarra minúscula aladinica. Ativa-se em fogo fraco bombeando pelo prana o corpo fátuo. Embriãoga-se de Brahma em plena seara Antártica. Cristal trans-lúcido. Nunca na sombra. Ôpa, upa, upa nie chato. Upanishad. Atémãenieshadow. Não mãomedusiar sem luvas. Sou soul. Validade limitada após corpo físico. Expirrou-se o prazo de vaidade. Wake up in progress.

Exortéricos? Exútéricos? Eixotéricos?

Nutsshall Insanu, num escheriano labiluntuoso notshell. Minitumba, por entre espiralóides escadarias rumo as catakumbas dos mais profundos tormentos. Stop! Inda há tempo? Tarda, já cedo tarda. Onde está a graça netuniana que com o véu d’isis me tira do sério soluço? Onde as brumas, vaporisando-me as pazchorrentas medievais barbas, enfadonhamente enfáticas, casmurrentamente carentes? Eras cio; ésclerose gáslopante. Onde, em qual instância, por qual sotádico verso retornarei esmaecido ao incongruente vivace sentido?

Matrioshka, onde a última? Cebola, onde o miolo? Se no princípio fosse o verbo, alora dove deve a pomba volatizar a vibrante verdade? Errat o verbo, então tão solo eco sum em minha vociferante luciferante versejadura. Lira, qual bálsamo, acoda-me no apuro. Epoxé! É pour vantable epoxé de mim!

ÔMEGA

Nuclear mônada nodular. Saio reincidente, regresso insistente. Eterno Retorne. Nie, nirvana. Walk in prócris buana, inté satori.

Ora bolas, Ó Ortega, eu sou eus e minhas circoinstâncias. Ore às bolas, minúsculas, branicas, brahmânicas. De um átmo de atman a um ato de ática. Nas cuanticas dezcontinuidades existe ainda um boomraco negro? String in me a-corda, possa eu despertar das persipções me-cânicas. Aparatus sum de uma nie-vâ-nica pós-sibili-dade. Estou a vibrar a coda de minha mais íntima supercorda num entrópico anthrópico buraco negro. Cuanticos átomos me sobram antes da gravidade sorver tudo até a implosão final? Autoegocrático, autophagokraticos dezvaneio: 7 + 1 = 9, + 1 = 10. Noivoitávica perspectativa de um ex-terno retorno. Mas em mim ainda Edwiges wiederquer a primazia primo-ordeal dos cains e dos abels. Na urdidura eisterna da trindade uma recouerânsia das emãenações metalfísicas. És um terno retorno.

1 ponto. . E dez-continuidades. Dez-nove-le uma oitava de sete segmentos dentro de sextagrama tântrico; cincoronize o quadrado da mandala num ternário dialético como a synthese do confrontante duo saído do uno, saído de Ab-surdo Indiferente Nada.

Ho Xronos! Hierarquizado heropass desde Harappa. Baladem os sinos, Ring vedas desde onde os Hinduestão até o Him‘alaihu. Correcórrego! Kan ti Ana suportar tudo ishtmo assimilhada viagem rumo à tua lunar sólitude? Brilhas única no meu bilhar gósmico e não imagino-te a declinar em tua pan-etária véllhice. No lo creo. Lá em VarunanAsti innpregnei-me de tantos avatáricos…. e por que não recebo mais sequer um danya watt? Talvez seja já o Fim do Finn em mim, sobrevidasem fim, face a um sóbrio aviso da mediúnica mediocridade. Transgressei? Transpassei? Adios aos extra-actos da divina colméia. Talvez tenha eu sobre-Punjabe minha onírica osírica ek-xistência. Maya, mayakovskaia existência dos tragos de uma trágica infusão? Fall de forças dos agregados. Istmós, istmós! A queda! En attendant, toujours en attendant? Go, Do! Go, dot. GO!!!

A flagrância dos aromáticos insensórios nos perfumados turíbulos, qual pêndulos oscilantes diante da turva visão das turbas, ti-tu-be-antes de te estonteares pela hipnótica das mirras. Longe de mim. Em que bolha vaporosa partiu ao longe a miniatura visionária dos palácios em que vivi? Em que local recôndito de meus subterencios sonhos se esconderam escadarias que me alcem àquelas imagens longínquas? Escuto ainda o debruçar-se das mornas algas que se espraiam morosas em minhas praias óscianicas, o roçar incoerente a invadir-me o espírito, apaziguando o tormentoso calor amainado de minh’alma… o vento que me roça agora o espírito, refrescando-me a enrugada fronte. Âncora no meu peito sinto, inda sinto… même si à peine.

Sibilínicas Solstícias Silvias. Tavorei-me a alma salpicada de lama cármica, frenesi de meus sentidos liberados, que minh’alma almeje altas altíssonas ascenções rumo ao solei absolut; desça ela fundas orgânicas profundiduras farejando telúricos abjetos odores, vicejando viscosas verdejantes vegetações, viscerais ao meu de si esquecido sendo. Até de mim o atman, aquém de mim o sattwa. De ponta a ponta, de kether a malkuth, de lado a lado, d’oriente ao acidente. Eterno par, eterno Uno. Trígonos de triângulares trindades. Sou dois, sou três sou seis. No oito ritorno. A varredura que de mim fiz: em decurso. Pausa para medircaução.

Eco lógica humournidade: A dieu para a crepúscular Narrativa da urmanidade; aum para a aurora dum vin d’ouro amanheSer da ‘Umma-nidade! Revertere ad locum tuum mater, despójada de tuas trèsviais vaidoshas vias vasinais…, da des-astrosa fallcidade liber, liber Ada.

Invadam mares rios córregos límpidos alma nostra adentro, puerificando as poluídas allquebradas mentes, pré-croce-mente caducadas. Cupidez, abjeta cupidez insincessante ex-traindo da telos-única telúrica fonte um insanu pró-jéctil da Umá-nidade.

Eikon-lógica repetitura das imagos axe! tipais. Ore pomba, e voe pelos bosques e bosquejos, pelos riachos e lamegos, pelos verdejantes vales, jardins suspensos, arrecifes banhados pelas cristalinas azuladas mantas do recorrente noston. Voe spiritus, voe longe, para aquém e além do gebel tárik, rumo ao benfazejo mare nostrum. Eterna felix finícia navegando pela odisséica thalassa. Hélas Hellas! Que marevilhosa mítica verdade de ti mantemos blindada em nossos imaginários.

Terramater, polisvalente em tua resistência à mente-capta urbis. Ali onde a alma não é pequena. Diante de ti somos nada, em ti somus sumo. És eternamente yin, porquanto queremo-nos perenemente yang.

Tóc tóc … póc… póc …póc alô alô alô… wei wei wei… tem alguém em casa? Ninquem? Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!

-Aaaaaaoooouuuumm….Quemmmm estáaaaaa aíiiii fóóóra? Deiiixem-me dormirrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr! Tenho sôno. Mãonumental sono. grrrhhhhhhh.

Desperte!!! D’estherte. Destarte. Aquidaí dedentro. O intrarior intraermo. Do oco vácuo convexo. Bronhildo! É Wahre! A eternidade do nada emergente.

Fin do sono. Wake up! Again!

Anagnosta onírico.

Trogoautocrata!

Djartklom! Flash!

Bum Blomor!

Dez mil delas.

AvEva!

Aleph!

Alpha!

Om, omen, ÔmegA!

Zfini.

 

 

 

 

VOCALBURLÁRIO

 

Ich mishe mich werlden wo es Wahr war – parodiando Freud : ich muss mich werden wo es war – ” preciso tornar-me ali onde isto é”! Mishe mishe in Joyce ( FW )  … “eu sou eu sou”

Vak ( vac ) sânscrito: a palavra, o verbo, o discurso… cf logos ( log >wog >wok/wak ).

Sun-Emeri…. Suméria em sumério.

Ur…  prefixo alemão:  proto, primordial.

Ei-lo him…. hebraico: Elohim, um dos nomes de Deus!

Embarah…. árabe: ontem!

Shem/Shaun personagens bíblicos parodiados no FW.

Asch…sueco: arre, rrrsss; Ach…:  alemão, Oh! Minha nossa!

Perlolândia… no e da Índia nos Relatos de Belzebú a seu Neto!

Dashashvamedha… sânscrito… na Índia védica o sacrifício dos dez cavalos e por decorrência referência à famosa escadaria em Benares, às margens do Ganges, onde era praticado esse ritual!

Kashi… sânscrito: Varanasi/Benares.

VarãonAssez… Varanasi… varão na assez… varão não é o bastante!

Morrendodarius… Mohenjo Dario, sítio arqueológico da civilização pré-védica, não muito distante do local onde Darius foi morto.

Marut… sânscrito: vento ( tb. vayu ).

Shri Ganeshaya Namah… sânscrito: locução de invocação ao sucesso quando do inicio de uma empreitada.

Tiandan… chinês: campo de cinabre, região situada abaixo do umbigo e onde de acordo com a alquimia interna do daoism é forjado o segundo corpo.

Tzimzum… Cabala:  momento da  criação cósmica.

Edwiges wieder Kehr… Edwiges quer de novo, alusão à máxima de Nietzsche: ” ewiges wiederkehr…. o eterno retorno!

Samsárico… sânscrito: samsAra, o  mundo fenomênico.

SamtAna…. sânscrito ( filosofia indiana, budismo ) o eterno fluxo das momentaneidades ( kshanik ).

Jebel Tarik… árabe: A montanha de Tarik, Gilbraltar!

Rab… árabe: escravo. Arrabna: nosso escravo!

Brimos inter bares…. Primus inter pares…. alusão à substituição do p pelo b em geral feita pelos árabes quando falam português.

Fan, Fyfan… sueco: que diabos;  Que diachos!

Fasolt…  Um dos gigantes na tetralogia wagneriana, O Anel dos Nibelungos.

Igen… húngaro: sim!

Bindu… sânscrito: gota, metaforicamente o ponto de passagem de uma dimensão para outra.

Suórmen… Suomen, nome da Finlândia em finlandês!

Alf layla uai layla… árabe:  alf layla wa layla, As Mil e Uma Noites; uai… expressão mineira!

Hassnamússicos…. Hasmanuss, na terminologia neológica gurdjieffiana o homem ordinário, “adormecido”.

Rajul karin wa fadil… árabe: homem generoso e excelente!

Lingam… sânscrito: pênis!

Teufilis…. Teufel… alemão: diabo, referência à Tifilis, capital da Georgia, onde a mística russa Ana Blavatsky teve sua grande ” visão ” teosófica.

Hod… hebraico: a oitava sefira da árvore da Cabala: mercurial.

Hesed…. a quarta sefira: compaixão, misericórdia.

Hai/Haiastan… armênio/Armênia.

Chaim… hebraico: vida, viver… nome ( correspondente em espanhol/português: Jaime/Jayme )

Malkuth…. hebraico: a décima sefira da Cabala, o plano terrestre/mundano.

Batokadas…. Batok/Batoc: líder mongól que chegara às portas de Kiev!

Magypsiares…. magyar: húngaro.

Sajoeta… no e do rio às margens do qual os húngaros perderam uma importante batalha.

Ata-türk….literalmente: pai dos turcos!

Sarmoung…. nome de uma confraria esotérica antiquíssima, preservada na região da Anatólia meridional.

” Ahistóriaéumpesadeloéumpesdeloqueprocuroesquecer/historyisanightmareiamtryingtoforget” passagem do Ulisses de Joyce.

DasdingansichKantsisteinderlächlichstendingenderwelt… boutade de Nietzche sobre a ” coisa em si do Kant, posta aqui como um longo composto ( samAsa, zusammengestellten Wörter): ” A coisa em si do Kant é uma das coisas mais engraçadas do  mundo”!

Aisórica, Aissor…. em russo e várias linguas caucasianas: assírio.

Bliss me Lary…. árabe: bis illahi ar-rahmani ar-rahim… fórmula de precação no Al Corão e no islamismo em geral: ” Em nome de Deus , misericordioso, piedoso “!

Himmelescas… Himmel, alemão: céu… e Himmler.

Sabor… servo-croata: parlamento!

Kafirestão… kafir, árabe: descrente, infiel.

Pashu… sânscrito: o homem como animal de sacrifício.

Slava bogu… linguas eslavas: Deus seja louvado!

Lazar: Rei-herói dos sérvios derrotado em Kosovo pelos otomanos.

Naqshbandi… seita esotérica súfi.

Atahucaiados… Atahualca: chefe Inca atocaiado por Fernando Cortês.

Thoth… divindade egípcia. Tod… alemão: morto, morte.

Bronhildo… bronha…. Hilde. Paródia a uma famosa passagem do Anel dos Nibelungos: ” Brünhilde, erwahre!  B. desperte!”

This is well in done…. This Wellington…. parodiando a passagem do museu, no Ulisses de Joyce.

Mondo… japonês: exercício no zenbudismo.

Mole… : inglês: agente duplo.

Kalifrios… deusa hindu da destruição.

Shiboleth… hebraico: enigma, charada.

Xin… chinês: coração.

Mei you guan xin… chinês: ” não importa “.

Salu Fuadi… árabe: ” pergunte ao meu coração “.

Ju, det andas… sueco: ” mas sim, respira!

Holzweg… alemão: trilha que não conduz a lugar algum. Título de uma obra de Heidegger.

Insanu…  árabe: ser humano.

Shunya, shunyatá… sânscrito: vazio, vacuidade.

Upa-nie-shadow… sânscrito: Upanixade, conjunto de textos filosóficos da Índia antiga.

Ute… sueco: fora, de fora, lá fora!

Carrascoazuis medem-se …. Garrastazu Médice.

Tetralêmica… tetralemna: o procedimento quadripartiteda dialética negativa na lógica budista ( sânscrito: caTushkoTi).

Trogoautocrata…. neologismo gurdjieffiano: aquele que devora a si mesmo.

Djartklom… neologismo gurdjieffiano: flash/momento da iluminação!

Blomor… sueco: flores ( referência genérica à famosa frase do Mao sobre o desabrochar de mil flores ).

Nirodhah… sânscrito: obstrução/contenção do cittaVRtti, fluxo mental.

Fatwal… fatal… árabe: fatwa, um ordem de excomunhão e punição emitida por autoridade religiosa sobre uma determinada pesso considerado infiel.

Atunshutefnutsebnutosirisisisethnefthis… panteão das divindades egípcias.

Teskoano… neologismo gurdjieffiano: o telescópio usado por Belzebú em Marte para observar os movimentos dos terráqueos.

DvesatyesamupashtitahbuddhananvedavananlokasamVrttisatyaca satyacaparamarthatah… sânscrito: passagem do Mulamadhyamika do lógico budista Nagarjuna referente às “duas verdades”, uma mundana e outra transcendental.

Salmão enrushdido…: Salman Rushdi, escritor paquistanês objeto de um fattwa por conta de seu livro Os Versos Satânicos.

warumnAsti… referência a Varanasi/Benares- alemão: warum, por quê e sânscrito nAsti ( na asti ) não é, não existe.

Reductio adaversurdum…. reductio ad absurdum.

Danya watt… dânia nome de  mulher e danya,  sânscrito: aquilo que é dável, doável.

Fábulada da esmeralma… Tábula de Esmeralda, tratado de alquimia.